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Prazer em conhecê-la...
Quantas vezes se pronunciam esta frase sem avaliar a ousadia e os benefícios que o ato de ter prazer em conhecer uma verdadeira mulher oferece? Prazer, mas prazer mesmo. Conhecer, mas conhecer mesmo, não falar por falar, da boca para fora sem que esta expressão seja uma palavra vazia.
Não estou falando dos políticos que pagam, em $ ganhos facilmente, para ter um orgasmo fugaz por um preço nem tanto. Também não estou me referindo ao estuprador doméstico que possui rotineiramente os genitais de sua submissa “senhora”. Destes a pena que sentimos, não valem a pena do tempo em que se gasta para refleti-los.
Como nos ensina Carlos Drummond de Andrade Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários... ...Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor.
Falo de quando realmente se tem prazer humano, subjetivo e sincero de conhecer uma verdadeira mulher. Dos prazeres que se pode ter ao ler para conhecer os mistérios de Lya Luft, Simone de Beauvoir ou Clarice Lispector.
Falo de arriscar-se a ter prazer em conhecer os “Mistérios Femininos” de que nos fala Affonso Romano Sant´ana: Uma coisa especial ocorre com a mulher depois que ama. Reparem, estou dizendo, depois que ama...
Ou seja, ter realmente prazer em conhecer uma Mulher. Com M de maioridade, mistério e maternidade. Que tenha se realizado em ser fêmea e senhora de si.
Mas para se conhecer esta mulher é preciso ser muito Homem. Com H de honestidade, hombridade e hedonismo sadio. Que tenha se realizado em ser macho e senhor de si.
Estes homens podem realmente ter prazer em conhecê-La. E se tudo correr bem, ela também ter prazer em conhecê-Los. E deste prazer em conhecer, ter prazer em ter filhos e cuidar, preservar e amar.
Tudo isto para dizer que, o noticiário desta última semana em São Paulo, nos deixa a todos os Homens e Mulheres muito tristes em conhecê-Los.
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